Ei, cuida de ti – Reflexões sobre autocuidado

Deixa eu te contar, estamos todas juntas nessa. Sentir-se aceita, bem-vinda, encorajada, motivada, são desejos enraizados em nós, alimenta nossas emoções positivas. E ter receio de ser criticada, exposta, mal interpretada, certamente gera angústia.

Quando somos acionados no medo do perigo, ligamos nosso sistema de luta ou fuga… começamos aqui o grito de independência do tipo “não preciso da opinião alheia”, mas isso é muito mais uma postura imatura e romantizada de liberdade do que uma relação social baseada na saúde das relações, já que com essa postura passamos de um extremo para o outro, passamos de dependentes carentes para independentes solitários.

Fazendo isso podemos cair na armadilha do Isolamento Profissional, nos afastando de colegas de profissão e piorando nossa sensação de solidão.

A questão volta ao ponto principal: você com você mesma Você, quando está de arma em punho, será que está mesmo bem consigo mesma?

A gente só precisa de armas para proteger uma ferida quando ela ainda dói. Então, Cuida de Ti.

Cuida da crítica que recebeu e não te desceu bem, cuida da energia que parece ter se perdido nas rasteiras da vida, cuida dos pensamentos que ficam indo e vindo na sua mente e atrapalhando o seu desempenho. Cuida de voltar a sentir alegria com as conquistas, de sorrir de forma larga e da beleza de usar a sua criatividade na resolução das situações.

Cada uma de nós tem um propósito que arde em nosso coração, mas para atingir o potencial máximo do nosso propósito é preciso cuidar do instrumento principal – você. Cursos, leitura, aulas, artigos, número de clientes, é tudo essencial, mas adianta de quê se a máquina pifar?

“Ser dona da sua história é a coisa mais corajosa que irá fazer.” – Brené Brown

Autoconfiança é sobre você. Autocuidado é sobre você. Autoamor é sobre você.

Lembre-se: Cuida de ti.

Receba meu carinho. Joyce Matos.

Joyce Matos

Joyce Matos

Psicóloga Clínica
Romae